Arquivo para novembro \26\UTC 2011

Na menopausa as mulheres envelhecem, na andropausa os homens rejuvenescem, porque …

Como é comum encontrarmos aquele  velho amigo, rodeado de lindas donzelas, em uma exuberante exibição de seu poder masculino… enquanto as velhas mulheres que param de menstruar se desfiguram deixando de se embelezar.

A cultura e os códigos de crenças desfiguram a beleza da sabedoria feminina em detrimento de uma única função:  a reprodução. Nós mulheres somos belas e donzelas até que o tempo de amadurecer nos leva ao pico de um entardecer e lá nos quedamos dignas de um engano: não mais nos valorizamos.

Somos belas e formosas, sim, e dentro de nossas forças voluntariosas de vemos encontrar o crédito da força criativa que nos levou até este ponto da vida.

Desqualificadas pela força do inconsciente coletivo, acreditamos e quase nos matamos bem antes do tempo de morrer. A menopausa é o tempo da pausa, do deleite e descanso, do desfrute com todo encanto de um tempo de simplesmente ser e viver o que sem culpas podemos merecer.

A diferença e toda a crença se separam pela disparidade  de serem os homens andropausicos,  lobos feroses atrás de presas jovens para lhes trazer de volta a confirmação da força e lhes devolver a virilidade. A natureza masculina caçadora, corre atrás e com destreza  da comprovação de que ainda pode sentir-se em ação.

Enquanto as mulheres de jeito encomendadas se perdem nas negatividades e se jogam de cabeça na “desgraça” da idade.

As crenças inadequadas são como enchente de enchurrada e trazem para nós toda sorte de um algoz. E mesmo que teu corpo te mostre o oposto, tua culpa sem a possibilidade da cura te entorpece em um movimento de pouca ação em detrimento de uma culpa no tempo.

Vai mulher de menopausa viver tua vida em toda a causa, ser livre e gostosa, voluntariosa e toda prosa, esquece tua dor da perda,  e dentro da verdade vive teu sexo em liberdade. Vê a beleza da idade sendo plena em lealdade a ti mesmo por tudo que vivestes até esta idade. Te orgulha de ti mesma e aceita com amor aqueles sinais que, no inconsciente coletivo lidamos com muita dor. Te cuida, e te abraça, faz do tempo um troféu e “rosna braba” para quem fizer troça ao te ver sem o véu.

E aos homens que se enganam, deixemos eles viverem o ledo engano. A idade é a mesma, e muitas vezes,  toda empolgação inicial traz tristeza no final.

Anúncios

Ai que raiva que dá quando ele diz: …íííííí tu estás na TPM de novo!

Nos sentimos desnudas diante desta afirmação. Não temos escolha ou outra alternativa, apenas podemos atenuar o processo, mas inevitávelmente passaremos por ele.

Dá raiva sim, e muitas vezes ao invés de ajudar fica ainda pior quando nos sentimos “enfrentadas” através do deboche, ou do descaso, de um tempo para nós tão delicado. É como se desqualificassem todo o processo inconsciente e, as vezes até consciente, da reavaliação tepehêmica!

É avaliação sim! Reavaliamos tudo… e quanto mais coisas temos a rever mais forte ela se torna. Dentro de nossas infinitas possibilidades passamos por um tempo de morte e renascimento revendo tudo o que não organizamos ou decidimos, e nos damos o direito de reagir! Reagimos com raiva, ou depressão… depende de sua forma de explosão!Ficamos carentes ou tristes, choramos, ou até brigamos, o fato é que nos remexemos e desacomodamos!

Sermos identificadas neste processo, o qual muitas vezes não temos controle e consciência  nos deixa irritadíssimas, pois como mulheres nos sentimos incompetentes!Incompetencia esta não de controlar a ação das emoções, mas incompetente sim para resolver o que nos incomoda tanto e ainda não resolvemos!

E para muitas de nós perder o controle das emoções ,sejam elas de exacerbação… gritos e urros … ou de introtensão… choros e sono… nos tira ainda mais de um eixo de equilíbrio e nos coloca na beira da avaliação.

Logo, não se aproxime, mantenha distancia! Não deboche, tenha respeito, e nunca faça descaso, tenha compaixão, pois você não sabe o que será de você na próxima encarnação!

Alinhar a relação em tempo de confusão não é tarefa fácil. Não é o melhor momento para discutir a relação. Ou para enforcar o chefe na sessão. Apesar de serem os momentos mais sinceros de nossas interações!

Quando tudo está bem, observe que a TPM passa bem,e quando algo está mal a TPM parece até “sobrenatural”. O fato é que podemos utilizá-la com excelente recurso de feedback! Quando sua TPM for nível 03 por favor reflita e veja o que você pode fazer por você e por todos que a rodeiam.

Muitas vezes sem saber você se ajuda a “enlouquecer”! Lactose em excesso, queijos , leite, nata, manteiga, enfim laticínios em geral são os grandes colaboradores da formação do Katrina mestrual! Alinhe-se! … diminua significativamente estes alimentos e depois observe-se. Voce terá tempo de pensar, tomar consciencia antes de “pegar a faca”!

E ao mundo masculino avisamos: para as TPM’s de nível 05 procurem um abrigo, pois elas são avassaladouras, não deixam pedra sobre pedra, principalmente se “a situação” a resolver envolve você! as TPM’s de nível 01 e 02 necessitam de “colo” e ouvido… não discuta!as de nível 03 e 04 vão aumentando a força conforme você argumenta, mantenha-se firme, reconheça amorosamente a ação do stresse tepehêmico e não pense nunca em mostrar isto verbalmente, simplesmente faça cara de paisagem atenta e abaixe-se que ela vai passar!

E enfim, uma vez ao mês nossas mascaras caem e de acordo com o nível de nossa TPM, nos revelamos! Todos sabem se realmente estamos bem ou se estamos longe de estar bem. Desnudamos nossas frustrações e emoções, revemos e renascemos, e nos expomos na máxima coragem de retomar a vida na manha seguinte prontas para juntar os destroços do furacão, alinhar e se tivermos sorte comemorar. Comemorar a coragem de acordar e reconhecer que tudo isto faz parte de uma natureza forte e criativa e que neste momento, retoma sua força na linha de frente das decisões do mundo e orgulhe-se de ser mulher!

Quando estamos juntos queremos separar e quando estamos separados queremos juntar… por que?

A dialética de estar junto com quem se ama. Quando estamos juntos queremos separar, quando estamos separados queremos juntar…

Os padrões de condicionamento encaixotaram as relações dentro de uma porta retrato desde a década de 60 quando vivíamos o que ainda falamos hoje, a foto da família da margarina, pai e mãe apaixonados filhos lindos e um cachorro feliz.

O tempo passou, vivemos um movimento ‘’beat/hippie’’, vivemos a era holistica em 90, nos deparamos com a nova era em 2012 e ainda estamos presos a velha foto do porta- retrato.

Precisamos casar ter filhinhos e sem nos darmos conta vivemos um “conto de fadas”, os tempos mudaram as relações também, hoje casamos separamos ,temos filhos de um casamento e as vezes de outro também e quando nos apaixonamos ignoramos a complexidade das interações e queremos viver o “conto de fadas” com os meus os teus e os nossos.  

Tudo que conseguimos é criar um rápido e acelerado desencantamento, a paixão o amor se dilui nas brigas dos adolescentes nos estilos diferentes de criação os pequenos onde tentamos desesperadamente criar uma sintonia ressonante onde só há a possibilidade de aceitarmos as diferenças.

O mundo mudou a tecnologia muda a cada segundo somente nós homens e mulheres que continuamos os mesmos, apegados as relações duais, morrem de medo de ficar sozinhos e absolutamente possessivos numa era em que o planeta se abre para infinitas possibilidades

Homens e mulheres precisam se abrir para um novo padrão de relacionamentos, querer estar junto, deve acontecer naturalmente e não como uma imposição contratual e social. O amor deve fluir de forma simples e natural onde os pares se encontrem para desfrutar dos melhores momentos da vida e possam contar um com o outro na hora do grande aperto, porem a individualidade não esta só quando necessário , encarado como um momento evolutivo e não como uma recusa de querer estar com o outro.

As mulheres donas absolutas do poder criativo deveriam abrir-se para co-criar com seus parceiros novas formas relacionais, com respeito cumplicidade e parceria, pois queridas mulheres está teu homem dentro de casa não te garante em nada a cumplicidade dele contigo em seu coração, é mais uma ilusão feminina que acredita que ao enlaçar o macho o terá para si pleno quando na verdade isto é a grande ilusão da vivencia feminina na relação com o masculino.

Nossas avós tinham um ditado: ‘’Minha filha solta e deixa ir, se ele voltar sempre foi teu, se não voltar nunca te pertenceu’’.

Então que nós possamos buscar em nossos úteros a força criativa a determinação e a fé para acreditar que é possível ser feliz com o nosso companheiro dentro de uma nova proposta de relação.

Quartos separados, cada um em uma casa cada um em uma cidade em diferente enfim…

A criatividade é sua boa sorte!

Homem é amigo de homem, mulher não é amiga de mulher… Por que?

…tu já vistes o namorado da fulana… que gato hein, quem diria; como é o vestido que tu vais usar na festa… E se estabelece com clareza a relação competitiva e invejosa entre as mulheres, enquanto que:

…e tu vai te enforcar mesmo então… todo mundo um dia se enforca, vai rolar uma despedida legal; é a gata do cara… pega leve, e se estabelece uma energia de cumplicidade e fidelidade.

Os homens são amigos e fieis aos princípios masculinos que são simples e objetivos. Eles são práticos e suas opções são apenas duas. É ou não é.  As mulheres em  suas infinitas possibilidades estabelecem uma imensa variedade de avaliações, e entre elas se perdem no processo competitivo e invejoso, mergulhando na insegurança histórica feminina.

A cumplicidade masculina também é histórica e simples de entender. Os homens sempre foram os guerreiros na terra, desenvolveram o foco na causa, e tornaram-se fieis a ela e aos companheiros. Eram cúmplices e chegavam a matar para salvar seus ideais, amigos, companheiros e familiares.

Já as mulheres, após o matriarcado, perderam sua referencia e subjugadas a uma inferioridade dependente onde o sucesso estava ligado à conquista do companheiro, se tornaram inseguras e competitivas. Sem a possibilidade de serem elas mesmas, dependiam de suas conquistas afetivas para mostrarem sua força e poder. A partir dai dissimular, invejar e competir era o meio mais fácil para andar em direção do que lhes era permitido como “sua causa” e obter sucesso.

O mundo feminino se perdeu em sua jornada evolutiva e segue nesta onda até hoje. É comum a critica e o julgamento entre as mulheres. Elas reconhecem qualquer movimento diferente de outra fêmea como ameaça e partem para a não aceitação. São relações de igualdade que se estabelecem como duradouras. Todas fazem tudo igual, ai se sente seguras.

Mentem umas as outras, quando não são sinceras em relação aos fluxos vitais, não relatando o sentido verdadeiro de ser mãe, o lado bom e o ruim, de menopausar, ou de engravidar. Vivem a dissimulação, a mentira de um mundo mágico e mesmo sabendo que ele não existe continuam mentindo umas as outras.

Vai lá amiga!… mulher não protege mulher.

E infelizmente, o inconsciente coletivo ainda forte leva você a olhar para o marido da outra e dizer: nossa como ele é interessante, sem lembrar que ele ronca como o seu. A competição e a inveja no feminino já é quase consciente e elas já chegam a admitir que se vestem umas para as outras.

No trabalho, na escola, na relação com as mães dos coleguinhas do filho, dos colegas de trabalho do marido, a crítica rola solta e a interação mais próxima só acontece com aquela que não gera ameaça potencial. É um mundo de projeções e ações desnecessárias, que ainda refletem a fragilidade de nosso equilíbrio.

A Terra, precisa de nós. Ela é feminina e nosso equilíbrio sustenta a possibilidade de um maior equilíbrio para ela, uma vez que somos nós mulheres, em numero real, mais que o dobro de homens na terra. E se nos abríssemos a esta consciência usaríamos nossa força muito mais a nosso favor, do que contra nós mesmas como fazemos no dia a dia.

Mulher precisa ser amiga de mulher!

Mudarmos a história e lutarmos juntas pela possibilidade de não mais nos trairmos na competição e na inveja vivendo a autenticidade, a segurança individual, aceitando as diferenças umas das outras, e não mais as vendo  como uma ameaça e sim como estados complementares de uma energia divina e criativa que pode e deve mudar o mundo.

…e agora? Ele é casado, o que eu faço?

O velho tema sempre atualíssimo, garante temas de novelas,  peças  teatrais e muita confusão na vida de quem empreita esta jornada afetiva.

São anos e anos de investimento de vai e volta e tudo se revolta. Filhos, esposa, parentes , a mãe, o pai e até  ele quando você diz… agora chega… eu ou ela!

Primeiro vamos falar sobre o que une homens e mulheres em uma duplicidade de relação. Tanto um quanto o outro estão carentes e faltosos ,desejosos de algo no parceiro que não encontram mais.

Ela teve o bebe e nunca mais foi a mesma , ele começou este trabalho, virou executivo, cresceu e mudou demais… frases que ouvimos como justificativas formais dos enrredos normais de nosso dia a dia. Tudo muda, a Terra muda, a vida muda, os filhos mudam, nossos pais mudam e nos mudamos também. Acompanhar este fluxo de mudanças em parceria é uma arte… e se não estamos atentos ao processo perdemos e tempo certo e … estamos no desvio… desvio de emoção, da relação, do encontro com o outro ou a outra em nossas vidas…

O nível de carência masculina é sem duvida maior que o da feminina uma vez que as mulheres sublimam suas necessidades e desejos enquanto os homens sofrem em um lampejo. São mais frágeis, sim. São mais vulneraveis, sim. São mais práticos, sim.

As mulheres por sua vez avaliam melhor e com moderação a troca de relação. Os homens  são rápidos como um leão que encontra a nutrição na presa fácil e aberta a doar-se em devoção.

A arte de ser a outra envolve profunda maestria de se ser poderosa sem o trono, de ser a rainha, sem o reino. De contentar-se com o pouco do tempo estreito que sobra dela.

É uma escolha perigosa e muitas vezes desastrosa.

Muitas  mulheres hoje ainda se permitem enganar quanto aos pretendentes. O desejo é tão latente de ter alguém que fantasiam loucamente sem um mínimo de razão, vivendo só a emoção.

Lembra que é simples: se ele vier e validar há uma chance em você esperar… se ele negociar e se cuidar… desista ele não esta por ti valorar…

O homem enlouquece e esquece de se cuidar… chuta o balde e manda ver… o que ele quer é te ter. E se o  compromisso aparecer, te liga, ele pode estar com você mas por você não vai morrer!

Se tua sorte é a primeira , vai em frente dá um tempo e cobra a tua parte. Agora , se ele se cuidar com a hora, não retornar a ligação,  se ocupar do seus compromissos, repense qual o seu papel ai,  e porque você precisa estar ai, pois este não separa…

Os homens tem um sentido de compromisso diferente de nós, é comum ele dizer que a relação já acabou mas dela não consegue se desfazer… promete a separação… mas fica o tempo todo avaliando a situação.

O amor não tem tempo no acerto do tempo e pode acontecer quando você menos querer!… e então o que fazer…?

De um tempo para você… para ele e para vocês … não ultrapasse o tempo, apenas se de o tempo dele enlouquecer…

Histórias de amor se escrevem a duas mãos, três mãos são um ensaio ao erro  na avaliação… tenha muito cuidado, e só se entregue na ação da consecução do caso de vocês !

Isto é quando ele “enlouquecido” estiver na verdade inteiro com você!

Ele disse que queria ser pai, e agora? Não estou entendendo…

O mundo feminino se reveste de uma ilusão quase neanderthal, do tempo da idade da pedra mesmo, quando falamos em maternidade e reprodução!…É como se as mulheres tivessem ao longo da historia evoluído muito em todos os aspectos menos neste… isto é: mãe é tudo igual!

As mulheres modernas se enchem de planos e se enganam na crença de que com ela  tudo será diferente! …Ledo engano, esquecem de algo que se estabelece desde o inicio da civilização que é a fisiologia do processo!

O corpo humano continua o mesmo, útero é útero, mamas  são mamas, e hormônios são hormônios. As transformações ocorridas com um corpo grávido e puerpero (logo após o parto)é o mesmo a priscas eras e, com um agravante nos dias de hoje: stress e conservantes na alimentação! Apesar dos seis meses de “folga” adaptativa, período terrível, para o feminino! Nossas obrigações são bem diferentes as das nossas avós.

Choramos de raiva ao olharmos no espelho e vermos o que foi feito de nossos seios e de nosso abdômen, após o parto. Porque olhamos na TV e a sociedade nos engaveta no padrão “Gisele” e até para ela foi nada fácil alinhar-se em tempo record para atender aos contratos… este é o mundo moderno… e dentro disto tudo eu pergunto:

Onde ficam os nossos companheiros?

Eu sei que você sabe: eles ficam em todas as criticas e cobranças, possíveis e imagináveis  para que de alguma forma nos aliviem do encargo de ser mãe e mulher e profissional, e tudo o mais ao mesmo tempo!

Sequer falam deste período critico de alinhamento e muito menos nos contam que precisamos olhar para eles dentro deste tumulto todo inicial,quando nos perguntam: -e ai? Tu não vais engravidar?

Os homens tanto quanto nós,  passam pelo processo de puerpério ,só que nós não validamos, e desta forma iniciamos um grande desacerto na interação.

O masculino, sempre quer e quererá ao longo da existência fecundar a fêmea, pois é parte da força instintiva testosterônica da espécie.  E eles também possuem uma ilusão a cerca deste processo.

Ninguém conta para eles que a companheira durante a amamentação produz um nível tão alto de oscitocina que a libido (desejo sexual é quase inexistente!… instinto feminino de preservação da espécie!)…e que a cria /o bebe passa ser o mais importante para a fêmea durante a primeira infância… e que isto também é instintivo.

O que mais acontece é que muitas mulheres sem, respeitar o desejo masculino entram no processo por conta própria e depois culpam o companheiro de não assumir a sua parte.

Bem, se desejando muito, já é comum da espécie arremeter! Depois da realidade da primeira noite sem dormir!Imaginem os demais! … E isto não é um defeito de fábrica masculino. Isto é realidade hormonal… homens são testosterona e nós progesterona … nosso nível de oscitocina é altíssimo na gravidez o que nos confere a maternagem instintiva e a amamentação… o deles não!

Desta forma não adianta querer que ele acorde ao sussurrar do bebe no quarto ao lado como você,porque ele não está programado hormonalmente para ser a mãe da cria… ele é só o pai! E tudo que ele der, é lucro, é por pura força amorosa e afetiva por você e pelo bebê.

Muitos homens sentem-se abandonados nesta fase, assim como TODAS as mulheres se sentem igualmente traídas no processo, da melhor amiga ao companheiro, pois mulher não é amiga de mulher e só conta o lado bom do processo de ser mãe ,e o companheiro põe a maior “pilha” para sentir seu DNA sendo multiplicado …e ai vem a primeira febre… e você se pergunta… nossa e agora? Enquanto eles dormem.

Em qualquer idade, a situação é a mesma! Mãe jovem, mãe velha, pai jovem, pai velho! As emoções e sensações são apenas alteradas em intensidade.

O masculino perde a prioridade de atenção e a ligação inconsciente com a figura da mãe vai por água abaixo! O feminino descobre que será eternamente responsável pela obra realizada!… Enquanto ele corre para a casa da mãe ou para encher a cara com os amigos, ela chora desesperada, liga para mãe, madrinha ou melhor amiga na tentativa de repartir o compromisso!

E desta forma muitas vezes iniciamos o princípio do fim!

É importante você estar preparada de verdade para ser mãe e encarar o processo como seu maior desafio, pois até por volta dos 3anos e meio da cria ,  você e ela  serão a priore um só.

E o desafio é ser dois em um! Harmonizando-se com o resto de tudo que faz parte de sua vida. Principalmente o seu companheiro, que tão despreparado quanto você se sentirá abandonado se você não renascer!

Ao ser mãe renasça para uma nova existência de seu ser mulher! E encare a verdade crua e nua sempre que ele chegar em casa carente e no desejo delinqüente de estar com você!

Quando o amor acaba… Será que ele acaba?

Quantos de nós já conhecemos aquele casal que aparentemente tinham tudo para serem felizes e de repente separam-se… e o ódio se estabelece entre eles? brigas e brigas judiciais, pensão, guarda dos filhos, e bens?

Ou aqueles que precisam colocar um limite nos encontros furtivos porque, apesar de separados não conseguem se desligar?

Ou que se mantém absolutamente entre ligados em suas vidas pessoais, com a desculpa real, de serem os pais de seus filhos, mas manterem-se no controle disfarçado da vida um do outro?…

E quantas mulheres, mesmo depois de uma traição, cuidaram de seus ex maridos em leito de morte/ ou após um acidente?

Ou ficam amigos íntimos para sempre? Para o desespero dos novos companheiros?

Ou aqueles que levaram para eternidade a ilusão de um retorno que venceu a idade?

A nossa capacidade humana de amar é absolutamente muito mais transcendente e fluida do que nós ousamos realmente imaginar. Quando vinculamos a alguém, por menos que confessemos aos amigos e amigas este amor, ele se estabelece igual por um dispositivo natural humano que se chama amor incondicional de construção e sustentação da espécie.

O que fazemos com esta freqüência amorosa quando o amor acaba é o que nos interessa aqui: primeiro esta emoção básica de sustentação do campo da espécie, ela jamais acaba. O que acaba é o encantamento… Este sim acaba. E este é a manutenção de todas as interações afetivas na Terra!

O amor sustenta o vínculo… O encantamento mantém o vínculo!

A capacidade de amar estabelece o vínculo e é o alicerce da casa… Enquanto o encantamento é a capacidade motivacional de construir vários e vários andares nesta casa chamada relação afetiva conjugal.

Alguns de nós guiam-se direto para a polaridade oposta e o ódio é estabelecido. Regem-se por impulsos mais primitivos de destruição e; se o brinquedo não é mais meu… então ninguém brinca. A raiva se estabelece como a nova freqüência e tudo gira em torno da fantasia de que destruir o outro acertará as contas.

O amor humano é um amor passível de infinitas possibilidades e variações dentro das diferentes raças, etnias e formas pensamento circulantes na imensidão planetária, logo é importante apenas sabermos que o sentimento básico de sustentação da espécie é comum.

E até o mais nobre inglês pode entrar na raiva quando o encantamento acaba, e o mais liberal dos sultões não admitir liberar sua concubina a outro sheik.

E podemos afirmar então que o amor nunca acaba, pois ele uma vez estabelecido em qualquer de suas nuances, apenas muda a polaridade.

Transforma-se em ódio, posse, compaixão, tesão, dependência, amizade, ou ilusão, mas não acaba. O que acaba é o “encantamento” este sim acaba e deixa apenas a forma mais básica e primitiva do laço de amor… o famoso amor  humano, aquele que se tem até por um criminoso se a ele vemos agressões avultosas contra os direitos humanos mostradas na TV.

Os vínculos humanos imprimem a condição lógica da existência básica do amor. Não há vínculos sem amor… uma vez vinculado… em amor humano para sempre ligado. Em que você transformará esta ligação depois do encantamento, dependerá de sua história pessoal e de quanto você é capaz de amar a si mesmo.